Toda candidatura passa por um teste silencioso. Não é o teste do discurso. É o teste da coerência.
O que foi defendido antes sustenta o que está sendo proposto agora? • as posições se mantêm ou se adaptam conforme o cenário? • o comportamento político acompanha a imagem construída?
Quando essas respostas começam a oscilar, o eleitor percebe. E, mais importante: Começa a desconfiar da consistência do projeto.
Porque política não é apenas o que se diz. É a capacidade de manter uma linha — mesmo quando o contexto muda.
Sem isso, o que resta é ajuste constante de discurso. E ajuste constante, na política, tem outro nome: insegurança estratégica.
