Existe uma diferença muito clara entre governos que entram em “modo eleitoral” e governos que mantêm ritmo administrativo até o último dia. O Paraná vive hoje o segundo cenário.
E é fácil constatar. Claro que não há uma cobertura jornalística pelos veículos tradicionais da imprensa. Blogs e mídias sociais, veículos de comunicação locais publicam as visitas aos mais diversos municípios e as reportagens são publicadas diariamente pela Agência Estadual de Notícias.
É, sem dúvida alguma, um governo em movimento permanente
Inauguração de viadutos, lançamento de pontes, entrega de casas, pavimentação rural, liberação de recursos, construção de escolas, investimentos em infraestrutura, expansão universitária, fortalecimento do turismo e presença intensa no interior do estado. E isso possui enorme impacto político.
Governador em fim de mandato? Ratinho Junior se recusa a agir como se estivesse terminando seus dias no comando do Estado e esse é o principal diferencial político do atual momento. Historicamente, muitos governos entram no último ano desacelerando, evitando exposição, reduzindo entregas e aguardando a eleição. Ratinho Junior faz exatamente o contrário.
O governador intensificou viagens, encontros regionais, agendas no interior, liberações de recursos e entrega de obras estruturantes.
A mensagem política é clara: o governo não acabou e o Paraná continua avançando
. ** Governar não é crime eleitoral.** A oposição tenta transformar presença institucional em irregularidade eleitoral. Isso ficou evidente quando o grupo de Sergio Moro ingressou na Justiça tentando impedir a presença de Sandro Alex nas entregas a associação política entre governo e sucessão e até referências às obras realizadas.
Mas existe um ponto fundamental: ano eleitoral não paralisa administração pública. A legislação eleitoral impõe limites corretos, como, publicidade institucional, uso da máquina, abuso político, mas ela não proíbe inaugurações, entregas, fiscalização de obras, presença de lideranças ou continuidade administrativa.
Porque a população não pode ser punida pela eleição. Hospitais precisam funcionar, estradas precisam ser concluídas, casas precisam ser entregues escolas precisam abrir. Governar até o último dia não é irregularidade. É obrigação administrativa. Sandro Alex não é um espectador das obras — ele participou diretamente delas.
Esse é o ponto que mais incomoda a oposição. Sandro Alex não aparece artificialmente ao lado do governador.
Ele foi secretário de Infraestrutura de Ratinho Junior. E participou diretamente de programas rodoviários, pavimentação rural, modernização logística, obras urbanas, pontes, viadutos e expansão da malha viária estadual. Grande parte das entregas atuais passou pelas mãos de Sandro Alex. Isso cria uma associação política extremamente forte:
Ratinho simboliza aprovação
Sandro simboliza continuidade administrativa.
Moro tenta judicializar aquilo que não conseguiu conter politicamente. A ação da oposição revela um problema evidente, que é a dificuldade de enfrentar o peso político do governo no interior. Porque as imagens que se repetem pelo Paraná mostram prefeitos agradecendo investimentos, lideranças regionais apoiando Ratinho e Sandro Alex sendo apresentado como continuidade do modelo administrativo atual. O eleitor percebe quem executou, quem apareceu apenas na eleição e quem participou das entregas. A tentativa de impedir Sandro Alex de acompanhar obras acabou produzindo efeito contrário: reforçou ainda mais a associação política entre ele e o governo.
O interior virou a grande fortaleza do grupo governista. As agendas recentes mostram um padrão muito claro: Francisco Alves, Terra Rica, Dois Vizinhos, Japurá, São Carlos do Ivaí, Verê, São Jorge d’Oeste, Iporã, Apucarana. O governo está presente em todas as regiões e isso não ocorre apenas com anúncios. Existe obra física, recurso liberado, estrada asfaltada, moradia entregue, escola construída e investimento efetivo.
O interior costuma valorizar fortemente esse tipo de presença administrativa. Ratinho Junior construiu uma narrativa de eficiência Outro aspecto importante: o governador conseguiu algo raro na política brasileira ao unir popularidade com sensação concreta de entrega.
O discurso do governo deixou de ser apenas político. Virou ponte construída, estrada pronta, moradia entregue, hospital ampliado, iluminação pública e crescimento regional.
Isso explica os altos índices de aprovação. A eleição começa a virar disputa entre gestão e notoriedade Sergio Moro continua forte politicamente, pois possui notoriedade nacional, recall eleitoral e força em uma parte do eleitorado conservador. Mas Ratinho Junior construiu algo diferente: estrutura regional de governo. E Sandro Alex cresce justamente nesse espaço, pregando continuidade, interiorização, administração e capacidade de execução. A disputa começa a sair do campo apenas ideológico e entra no campo: do “quem fez” e do “quem pode continuar”.
E aí? O Paraná vive um cenário incomum: um governo altamente aprovado que continua acelerando entregas mesmo em ano eleitoral. As ações recentes mostram ritmo administrativo intenso, presença permanente no interior e clara estratégia de transferência política para Sandro Alex. A oposição percebeu isso e por isso tentou judicializar a presença de Sandro Alex ao lado de Ratinho Junior. Mas existe uma realidade impossível de esconder: Sandro não apareceu agora. Ele participou diretamente da construção desse governo.
Fato. Está evidente que o governo Ratinho Junior não entrou em clima de despedida. Entrou em ritmo de continuidade. Enquanto a oposição tenta transformar entrega de obras em debate judicial, o governo segue asfaltando, inaugurando, construindo, investindo e ocupando o interior do Paraná. Sandro Alex cresce porque não é apenas o candidato apoiado por Ratinho. Ele é parte da estrutura que ajudou a executar grande parte dessas obras. E o eleitor começa a enxergar exatamente isso.
